Caso de uso: o morador reformou sem aprovação. Do registro em campo à notificação com prazo
Passo a passo de uma situação comum em condomínio horizontal: reforma sem aprovação, vistoria, não conformidade registrada, notificação emitida e acompanhamento pelo síndico.
Situação real, com nomes trocados. Um condomínio de 120 lotes. O morador do lote 42 sobe um muro de 2,40 m onde o regimento limita a 2,00 m, sem submeter o projeto. Um vizinho reclama ao síndico.
1. O síndico pede a vistoria pelo portal
Ele entra no portal, abre o lote 42 e agenda a vistoria com a engenheira que já tem contrato vigente com o condomínio. Não precisa ligar, nem mandar mensagem. A engenheira recebe a tarefa no painel dela.
2. A engenheira vai a campo
No aplicativo, escolhe o condomínio e o lote, abre o checklist "obra em condomínio horizontal" e vai aos itens. No item "muro divisório", mede, registra 2,40 m, fotografa com a trena visível e marca a não conformidade contra o artigo do regimento. Não há sinal no fundo do condomínio; não importa, o aparelho guarda.

3. Sincroniza e emite a notificação
De volta ao carro, o app sincroniza. No painel, a engenheira revisa o registro e cria a notificação a partir da não conformidade: número, base normativa, foto, prazo de 15 dias. A ART dela já está vinculada ao contrato com o condomínio, então o documento sai limpo.

4. O síndico acompanha
No portal, a notificação aparece como aberta, com o prazo contado. Quando o morador regulariza, a engenheira faz a vistoria de retorno e a notificação é encerrada com a foto do estado final. O histórico fica: se o caso for à assembleia ou ao Judiciário, o condomínio mostra o que fez, quando e com que base.

O que teria acontecido no Word
A foto ficaria na galeria do celular. A notificação seria redigida à noite, de memória. Sem número, sem histórico, sem prazo contado. Dois meses depois, ninguém sabe se o retorno foi feito.
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